segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Dez Mentiras a Respeito do Pecado

Estava lendo meus feeds e me deparei com este excelente texto. Quantos de nós nunca deixamos nos enganar por alguma das falsas afirmações abaixo sobre pecado?
Graças a Deus pela Bíblia, que nos ensina as verdades sobre o pecado, e com isso podemos viver na graça, mas nunca nos conformando com o pecado.
Boa leitura a todos! E que possa abençoar a vida de vocês, como abençoou a minha. Sempre bom recordar de coisas assim. Viver na graça sim, mas em santidade!


Por:
Pr. Vanderlei Faria
Colaborador do Portal Adiberj
pastorvanderleifaria@yahoo.com.br

Via:

Jeremiah Bass, de uma forma brilhante e realista, apresenta-nos dez mentiras a respeito do pecado. Vou resumir um pouco por causa do espaço aqui, mas vale a pena considerá-las com muita atenção:

Mentira Um: O Pecado Traz Realização
Não existe um pecado que não seja influenciado por essa racionalização. Pensamos que o pecado nos torna mais felizes. Mas, na realidade, o pecado é a causa principal de toda a miséria e infelicidade, tanto nesta vida como na vida por vir. Portanto, a questão verdadeira é: queremos prazer temporário ou alegria duradoura?

Mentira Dois: O Pecado é Facilmente Derrotado
Uma das coisas em que o diabo quer que acreditemos, a fim de que a nossa vigilância diminua, é que o pecado não é um inimigo perigoso.
Mas a Bíblia nos ensina que o pecado é tão poderoso que, a menos que o poder sobrenatural de Deus intervenha, nós nos tornamos seus escravos e permanecemos sob a escravidão das suas ordens. Não existe um dia sequer em que o pecado não derrote se não for derrotado, e não prevaleça se não for subjugado; e assim será enquanto vivermos neste mundo.”

Mentira Três: Você Pode Lidar com o Pecado Sem Recorrer a Cristo
O perigo desta mentira é que ela leva à frustração e ao desespero. Infelizmente, muitas pessoas que aceitam esta mentira descobrem que não podem competir em condições de igualdade com a depravação que existe dentro delas e, por isso, desesperançadas, desistem de lutar contra o pecado.
Quando o evangelho é apresentado no Novo Testamento, o foco é sempre na obra de Cristo e na paz com Deus que encontramos nEle.

Mentira Quatro: É Impossível Atingir os Padrões de Deus
É uma tendência humana culpar as circunstâncias ou as outras pessoas pelos nossos escorregões no pecado. Preferimos pensar que, diante das circunstâncias, seria impossível deixar de pecar. Deus quebra o poder do pecado na nossa conversão.
Este é o ponto focal de Paulo no sexto capítulo de Romanos: estamos mortos para o pecado; portanto não precisamos viver nele (vv.1-2). A graça de Jesus remove a carga pesada da obrigação de guardar os mandamentos de Deus.

Mentira Cinco: Você Não Precisa Tratar com o Pecado Imediatamente
Procrastinação é um pecado do qual todos nós somos culpados e a respeito do qual temos costume de brincar. Mas a demora nas coisas espirituais pode ser fatal. A Bíblia nos diz que “agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação” (2 Co 6.2).


Mentira Seis: Posso Pecar Sem Sofrer Consequências
“Se eu pecar, nada de mal vai realmente me acontecer.” Não pensamos assim, às vezes, especialmente se o pecado é “pequeno”? É espantoso observar os multiformes enganos do diabo neste assunto.
Por um lado, ele convence as pessoas de que não existe um verdadeiro inferno e que, portanto, não faz mal pecar. Se não precisasse existir qualquer consequência do pecado, Jesus nunca teria morrido numa cruz pelos pecadores. Jesus não é a única testemunha das consequências do pecado; também o são todas as multidões que estão no inferno, sofrendo a vingança do fogo eterno.

Mentira Sete: Deus Não Vai Me Julgar, Porque Todo o Mundo Faz o Mesmo
O diabo, às vezes, engana-nos fazendo-nos adotar uma mentalidade de grupo que justifica certos pecados porque a maioria das pessoas os considera comportamento normal. Entretanto, devemos sentir medo quando estamos seguindo a maioria. Seguir a Cristo é como nadar contra a correnteza. Jesus disse: “Entrem pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela” (Mt 7.13-14).

Mentira Oito: Deus Não Vai Me Julgar, Porque Não Sou Tão Mau Quanto os Outros
Se não racionalizarmos o nosso pecado por incluir-nos na multidão, o diabo vai tentar nos levar a racionalizá-lo excluindo-nos da multidão. Talvez exista um pecado na sua vida que Deus queira trazer à luz, mas você vem resistindo à convicção do Espírito, argumentando que não é uma pessoa tão má em relação às outras. Mas esse é um pensamento ilusório e contrário às Escrituras.

Mentira Nove: Deus Vai Perdoar Você, Por Isso Vá em Frente e Peque
A Bíblia torna bem claro que é impossível desfrutar o perdão e continuar vivendo no pecado. É impossível porque sempre que Deus perdoa um homem, Ele também transforma a sua natureza. A graça muda de tal forma a pessoa que esta não vai mais querer viver em pecado!

Mentira Dez: Deus Nunca Vai Perdoar Você, Por Isso Vá em Frente e Peque
Mais uma vez, vemos quão versátil é Satanás nos seus enganos. Ele sabe que precisa preparar uma mentira apropriada para cada tipo de pessoa. Para aquele que é inclinado ao desespero, o diabo espera por oportunidades de assoprar nos seus ouvidos que todas as tentativas de uma recuperação posterior serão inúteis porque ele já foi longe demais.
Tentará convencê-lo que cometeu o pecado imperdoável, que agora pode muito bem se entregar totalmente ao pecado porque de todo jeito já está indo para o inferno. A verdade é que Cristo perdoará todo aquele que vem a Ele. “Todo aquele que o Pai me der virá a mim, e quem vier a mim eu jamais rejeitarei” (Jo 6.37).
Isso foi verdade quando nosso Senhor falou estas palavras e ainda é verdade agora. Não permita que o diabo amplie a sua condenação tentando-o a se abandonar totalmente ao pecado e ao desespero. As misericórdias do Senhor duram para sempre. A porta da graça está aberta para todos aqueles que se aproximam através de Jesus.

Como é que podemos derrotar as mentiras do diabo? Somente pela Palavra de Deus. É a verdade que nos dá base sólida e que não permite que sejamos levados por qualquer vento de doutrina.
É a verdade que santifica. É a verdade que é a mola mestra do crescimento à maturidade em Cristo. É a chave para derrotar o diabo. Leitura da Bíblia, meditação e memorização da Bíblia, e encarnação da Bíblia – experimentando as suas verdades nas nossas vidas – são para sempre as únicas ferramentas disponíveis ao povo de Deus para sobrepujar o inimigo.
Como em todas as coisas, Jesus é o nosso modelo para lidar com as mentiras do diabo. Quando tentado por Satanás no deserto, Ele citou as Escrituras em resposta a cada mentira. “Está escrito” deve ser a nossa senha tanto quanto foi a dEle.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Controle Emocional


Recebi este breve estudo por e-mail de minha irmã Carmen. Ela sempre me manda vários e-mails e vou lendo a medida que consigo, e o contexto de seus e-mails são sempre muito bons. Vários estudos aqui recebi e postei através dela. Não sei a fonte deste, mas é um bom e breve estudo na área psicológica. Espero que gostem!


O Controle Emocional é a habilidade de lidar com os próprios sentimentos, adaptando-os conforme a situação e expressando-os de maneira saudável para si e para o grupo no qual está inserido. 
O equilíbrio entre razão e emoção é o caminho mais adequado. Os excessos costumam trazer consequências prejudiciais às pessoas. A razão excessiva faz com que o sujeito vivencie e expresse pouco suas emoções, absorvendo para si toda a carga emotiva. 
A pessoa mais sensível, que explicita seus sentimentos com facilidade, age por impulso e gera situações sociais desconfortáveis. O conhecimento das emoções e sentimentos do sujeito, bem como, dos limites suportados é um primeiro passo para a busca do equilíbrio emocional. 
Lidar com a emoção e a razão em proporções que levam o sujeito a colocar-se de modo saudável diante das circunstâncias vividas poderá trazer um modo de vida estruturado, adequado à sociedade e, principalmente, saudável para si mesmo. 
Uma pessoa que é tomada pelas emoções, agindo de modo impulsivo, geralmente, envolve-se em relacionamentos conflituosos, perde oportunidades de trabalho, arrepende-se de suas atitudes, gerando tumulto em sua vida e na dos próximos. 
Por outro lado, um sujeito que reprime suas emoções, não necessariamente estará utilizando só a razão para resolver suas questões. As emoções podem afetar suas decisões e posicionamentos diante da vida, porém os sentimentos não são expressos. 
A falta de manifestação das emoções e dos pensamentos provoca dificuldades na comunicação com outras pessoas, decisões e atitudes pouco efetivas, dificuldades nos relacionamentos pessoais e sociais, e principalmente, a possibilidade de somatização da carga emotiva. 
"As emoções podem afetar suas decisões e posicionamentos diante da vida, porém os sentimentos não são expressos".
Essa nova geração de jovens adultos, de modo geral, foram crianças que expressaram mais suas emoções e seus desejos, o que é benéfico, pois puderam vivenciar sentimentos e entrar mais em contato consigo mesmo. Tiveram oportunidades de serem autênticos. 
Porém, tiveram essa experiência com pouca capacidade de um adulto em impor limites, e até mesmo, saber lidar com suas próprias emoções diante das situações difíceis.
É uma geração que sabe lidar pouco com suas frustrações, mas que possui potencial para adquirir equilíbrio emocional, se assim se propuserem a buscá-lo. 
Lidar com frustrações é sofrido e angustiante.
Diante dessa dificuldade, muitos acreditam que o caminho é eliminar a emoção da vida. Mas, esquecem que, na tentativa de eliminar a emoção, além de não vivenciar frustrações, tristezas, angústias, ansiedades, também não se vive amor, carinho, alegria, felicidade, conquistas. 
Porém, também as frustrações, sentimentos de injustiça podem atuar de um modo positivo, gerando força para mudanças de situações desagradáveis e sofredoras. A sociedade está buscando um ideal de sujeito que não é humano. 
A emoção, como também a razão, faz parte do homem e de como ele se manifesta na vida, cada qual com sua singularidade. As diferenças enriquecem a vida e as pessoas, que podem aprender a viver com mais flexibilidade e se adequarem melhor às suas necessidades. 
A medida do descontrole emocional é aquela que prejudica a sociedade e o sujeito. Se uma pessoa não consegue lidar com a frustração do trânsito e tem ataques de fúria, dirigindo de modo imprudente e cometendo crimes, coloca a sociedade em risco. 
O sujeito que não consegue lidar com a discordância de seu pensamento, e perde seu trabalho por um comportamento impulsivo, coloca a si mesmo em risco. Nesses casos, é necessária a busca de ajuda profissional. Uma terapia poderá trazer benefícios ao lidar melhor com suas emoções e sentimentos. 

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Petição vs. Gratidão

Se eu fosse um pai, não ligaria se meu filho me pedisse algo. Mas ficaria mais feliz em dar algo expontaneamente à ele e ver a gratidão em seus olhos. E Deus, como nosso pai?
Se eu fosse um noivo, não me importaria se minha noiva me desse uma indireta (ou até mesmo uma direta) para que eu comprasse um presente pra ela. Mas eu gostaria muito mais de ter percebido seu desejo e lhe fazer uma surpresa, para que pudesse ver a felicidade e contentamento em seus olhos. E Jesus, o noivo amado de sua igreja?

Pedir é bíblico. Gratidão também. Mas gratidão pode ser muito mais interessante em um relacionamento mais profundo com Deus. Você passa mais tempo pedindo ou agradecendo?


Texto de strong_wind (Eric Santos)
Ministério de Mestre no corpo de Cristo.
Se quiser distribuir, por favor, cite a fonte =)